Crédito Pessoal

Crédito pessoal para desempregados: saiba se é possível obter e como

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É possível contratar um crédito pessoal para desempregados? Se está desempregado e precisa de um crédito pessoal para fazer face a um qualquer imprevisto financeiro, as hipóteses disponíveis não são muitas, uma vez que quando pede um financiamento tem, por norma, de apresentar provas concretas de que tem capacidade de pagamento.


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Ainda assim, e sabendo à partida que os bancos são muito exigentes em relação às garantias, poderá fazer uma proposta junto de outra instituição financeira como, por exemplo, a Cofidis, Cetelem ou Credibom.

Não existe especificamente a modalidade de crédito pessoal para desempregados, mas é possível obter um crédito pessoal mesmo não tendo emprego. E como?

Como solicitar um crédito pessoal para desempregados

Para solicitar um crédito pessoal junto de uma das instituições financeiras referidas – as denominadas agências de crédito – necessita apenas de aceder à página online da instituição financeira e preencher um formulário – no qual simula o montante e o prazo de pagamento do empréstimo a contrair -, inserir os seus dados pessoais e finalizar o pedido.

Posto isto, obterá, no espaço de poucos minutos, uma resposta. Se o seu crédito for pré-aprovado, terá de conferir todos os dados, imprimir o contrato, assinar e enviar o mesmo, juntamente com a cópia dos documentos solicitados. Depois de validado o pedido, o montante pedido será depositado na sua conta bancária no espaço de 48 horas.

Quais os documentos necessários?

A contratação de um crédito pessoal online implica pouca burocracia. Os documentos solicitados são, por norma, os seguintes:

  • Comprovativo de identificação dos titulares do contrato: Cartão do Cidadão ou Bilhete de Identidade (BI) e Cartão de Contribuinte;
  • Comprovativo de residência: última fatura de Água, Luz, Gás, Telefone ou TV Cabo;
  • Comprovativo de IBAN nominativo de um dos titulares do contrato;
  • Último Modelo 3 do IRS ou Código de validação de Entrega (aplicável apenas para trabalhadores por conta própria);
  • Contrato de trabalho e último recibo de vencimento.

Importa sublinhar que, em relação a estes últimos documentos (contrato de trabalho e último recibo de vencimento), a sua apresentação só é exigida a trabalhadores por conta de outrem. Se for este o seu caso, e estando numa situação de desemprego, não terá como apresentá-los. Porém, caso seja uma situação de desemprego recente pode tentar pedir um crédito apresentando só o IRS e nota de liquidação.

De qualquer forma, e como as agências de crédito não são tão exigentes como as entidades bancárias, em princípio não terá grandes obstáculos para conseguir um crédito pessoal.

Cuidados a ter com o crédito pessoal para desempregados

Um crédito pessoal para desempregados poderá ser, no imediato, a solução mais fácil para lidar com a sua situação financeira. No entanto, aconselhamos a que pondere devidamente esta solução, no sentido de perceber se, a médio prazo, não irá piorar a gestão das suas finanças pessoais.

Pedir um empréstimo estando desempregado acarreta riscos acrescidos. Avalie devidamente o valor do crédito de que realmente necessita e a capacidade de resposta ao prazo de pagamento estabelecido, para, assim, não ver o seu nome comprometido na “lista negra” do Banco de Portugal – caso não consiga cumprir as suas obrigações.

Na análise desta solução, tenha em consideração as taxas de juro associadas, nomeadamente a Taxa Anual Efetiva Global (TAEG) – a mais relevante na contratação deste tipo de crédito em particular – uma vez que representa o custo total do crédito pessoal. Isto porque esta taxa engloba todos os encargos associados ao empréstimo – os juros a pagar, comissões, o valor dos seguros ou outras despesas inerentes ao empréstimo.

Apesar de variar de entidade para entidade, é fundamental que identifique a taxa mais vantajosa do mercado para o valor que irá contratar. Recorde-se que o crédito pessoal mais barato será sempre aquele com o valor total a pagar mais reduzido e não aquele com as prestações mensais mais baixas.

Analise com rigor as suas necessidades e faça as simulações necessárias para não ter dissabores no futuro. Evite qualquer agência que não seja reconhecida pelo Banco de Portugal, pois corre o risco de não só se ver envolvido numa situação de burla, mas também acabar por dever dinheiro a uma entidade que, não sendo controlada pelas normas nacionais, lhe cobrará os juros que entender.

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Alternativas ao crédito pessoal para desempregados

Se, depois de analisadas todas as variáveis associadas ao pedido de um crédito, ainda estiver hesitante em relação à sua contratação, poderá sempre ponderar outras soluções, nomeadamente:

Empréstimo junto de familiares e amigos

Uma das alternativas ao crédito é o recurso a familiares e amigos. Pedir dinheiro emprestado a conhecidos é sempre uma situação constrangedora, mas se as suas finanças pessoais se encontram numa situação complicada, pondere esta solução.

Seja direto, diga quanto precisa e para que fim. Para que o processo ganhe contornos formais, assine um contrato simples, no qual reconheça a dívida e em quanto tempo pretende pagar o montante solicitado.

Crédito a particulares

Se não quiser ou puder contratar um crédito pessoal para desempregados e optar por recorrer a esta solução de financiamento, que, atualmente, proliferam na internet, tenha especial atenção ao facto de que, para empréstimos entre 2.500 e 25.000 euros, é mesmo necessário assinar um contrato.

Os juros a cobrar num crédito entre particulares são decididos entre as partes e, em situação de incumprimento, o credor pode cancelar o empréstimo a qualquer momento, exigindo juros de mora ou mesmo recorrendo a instâncias judiciais para reaver o seu capital.

Todas as condições acordadas devem ficar devidamente registadas no contrato e as assinaturas devem ser reconhecidas por um notário ou solicitador.

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